domingo, 7 de dezembro de 2014

Pelo direto a ter aulas!

A falta de aulas em determinadas matérias nas escolas públicas de ensino médio, principalmente aulas de física, matemática e química fizeram muitos alunos perceberem, durante a prova do ENEM, o quanto foram prejudicados na competição com outros alunos que não tiveram o currículo retalhado.
Professor também fica doente, tem imprevistos, precisa cuidar do filho que está com febre em casa. Como qualquer profissional, está sujeito a faltar ao trabalho por motivo de força maior, de forma pontual, sem prejudicar o aprendizado dos alunos.
Em relação às faltas abonáveis, de acordo com a legislação vigente, por ano, o servidor público, e não apenas funcionário da Secretaria da Educação tem direito a seis faltas médicas, sendo uma por mês, comprovadas com atestado, e a seis faltas que podem ser abonadas, também sendo uma por mês. O funcionário que precisar se ausentar por um período mais extenso deverá entrar com pedido de licença.
O problema é quando as faltas se tornam recorrentes e atinge  principalmente o jovem  da periferia.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacionais, 200 dias letivos com carga horária específica a cada matéria.
As escolas estaduais devem contar com professores eventuais, que cobrem licenças de até 15 dias, faltas pontuais de docentes titulares ou aulas em processo de atribuição (que ainda não contam com um professor titular). O conteúdo ocasionalmente não ministrado deve ser reposto dentro do calendário escolar. Por isso os alunos e os pais devem exigir reposição das aulas.
Mas muitos professores ou substitutos, mesmo  presentes nas salas de aulas, não dão aula da matéria prevista no currículo  e enrola a aula, cabe aos alunos  levar noticia desta situação irregular a Diretoria Regional de Ensino para que se tome providências para evitar que os alunos sejam prejudicados e cabe aos pais fiscalizar se isso está sendo feito na escola.
Acesso à educação relaciona com o acesso à cidadania e à dignidade da pessoa humana (art. 1º da Constituição Federal). É um direito público subjetivo e difuso, tendo o Estado, o dever de garantir igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
O não oferecimento ou sua oferta irregular poderá levar o corpo docente a ser representado por prevaricação e improbidade administrativa, bem como por violar o direito da criança ou adolescente.
Qualquer cidadão, grupo de pais, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outras legalmente constituídas, podem e devem acionar o poder público para exigir ensino público gratuito.
A violação de direito deve ser comunicada ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público para abertura de processo por violação de direito difuso,
O importante é não deixar que a omissão da escola prejudique o aprendizado .


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

02 de Outubro Dia d@ Educad@r Social.

Caras Educadoras e Educadores Sociais,
02 de Outubro é um grande dia, porque é o dia em que celebramos as Educadoras e os Educadores Sociais de todo o mundo.
Educador@s sociais são profissionais especializad@s em oferecer respostas compreensivas, ajustadas, programáticas e propositivas a pessoas e grupos sociais em condição de vulnerabilidade, como crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiências, drogadictos, adolescentes em situação de reclusão ou abrigo e população em situação de rua e outros problemas sociais de forma a contribuir para melhorias das suas condições de vida.
A educação social é estratégia para empoderamento (empowerment) de indivíduos e pessoas que gozam do mesmo convívio, para obter valores e atitudes desejáveis em relação à saúde, a segurança, a afetividade, ao aculturamento, a espiritualidade, a organização social, a organização econômica e ao exercício pleno da cidadania.
Nosso compromisso é a transformação social, trabalhamos com a educação não formal, cuja metodologia é observar, interpretar as reais necessidades da comunidade, valorizar a importância de cada situação, e viabilizar a reflexão através de rodas de conversas, da arte e de oficinas, na busca de soluções.
Na nossa atuação com o individuo, devemos estabelecer uma relação de confiança, motivando-o ao planejamento (da vida), da autonomia e da ação para não precisar, o educando e seus descendentes, depois de algum tempo programado, de assistência diferenciada das políticas sociais do Estado ou de ONGs.
Somos cuidadores, recreacionistas, instrutores, agentes de saúde, educadores ambientais e técnicos de nível superior, geralmente da área da educação, psicologia, ou sociologia. Esta polivalência favorece a nossa intervenção nos mais diversos contextos, educativos, sociais, culturais, econômicos e etários, onde a pobreza, a negligência e a violência estão presentes na vida das pessoas.
Devemos priorizar as crianças e adolescentes expostos á negligência, a discriminação, a exploração, a violência, a crueldade e a opressão, e em situação de risco à vida, risco à saúde, risco à alimentação e ao risco de evasão escolar.
Estas crianças e seus educador@s sociais são as figuras centrais da nossa celebração no dia 02 de outubro.



Feliz Dia d@ Educad@r Social. 

                                  

Happy Social Educator's Day.

             
 


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Universidades oferecerão a educadores curso sobre desigualdade social

Qualificação profissional

Com 5.450 vagas, 15 universidades federais, das cinco regiões do País, estão com inscrições abertas para o curso de especialização em educação, pobreza e desigualdade social, modalidade a distância. A formação tem 360 horas, duração de 18 meses e será ministrada em polos das instituições. especialização, a primeira com essa abordagem, é dirigida aos profissionais da educação básica pública que trabalham para atender estudantes do programa Bolsa Família – coordenadores estaduais e municipais, diretores, agentes educacionais e professores de escolas que já informam a frequência dos alunos no Sistema Presença, além de coordenadores estaduais de saúde e da assistência social, vinculados ao programa.
Para concorrer à vaga, o candidato deve cumprir uma série de requisitos, entre os quais ter graduação, pertencer a um sistema público de educação ou da saúde há pelo menos um ano, estar envolvido com políticas sociais.
Neste ano, conforme dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), 17,5 milhões de crianças, adolescentes e jovens de seis a 17 anos são atendidos pelo Bolsa Família, com a frequência escolar acompanhada pelas redes públicas e informada, a cada dois meses, aos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social.
Para oferecer a especialização, as 15 universidades federais vão receber R$ 11,4 milhões do MEC. Os recursos serão transferidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A coordenação do programa é da Secadi.
De acordo com a coordenadora geral de acompanhamento da frequência escolar de estudantes do Bolsa Família, Simone Medeiros, a especialização criada pelo MEC contempla formação continuada (especialização e extensão), pesquisa acadêmica – sobre as relações entre educação, pobreza e desigualdade social e a publicação de pesquisas e dos trabalhos de conclusão de curso produzidos durante a formação.
No tópico pesquisa, segundo Simone Medeiros, os profissionais podem produzir mapas da pobreza nas escolas onde atuam trazendo detalhes como perfis do aluno e da família, infraestrutura da escola, currículo, projeto pedagógico.
Curso
A especialização em educação, pobreza e desigualdade social está organizada em cinco módulos, que contemplam atividades de reflexão e prática, estudo e pesquisa, reflexão e ação. Das 360 horas da formação, 90% são a distância e 10% presenciais. Cada módulo será dedicado a um tema: pobreza, desigualdade e educação; pobreza e cidadania; pobreza, direitos humanos, justiça e educação; escola: espaços e tempos de reprodução e resistências da pobreza; pobreza e currículo: uma complexa articulação.
A abordagem dos conteúdos terá 12 meses de duração e a produção do trabalho final do curso, seis meses.
Universidades
Das 15 instituições de ensino superior que abrem cursos de especialização este ano, 12 oferecem 400 vagas: universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN), da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), do Maranhão (UFMA), do Ceará (UFC), do Amazonas (UFAM), do Espírito Santo (UFES), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Santa Catarina (UFSC), do Piauí (UFPI), de Tocantins (UFTO) e de Pernambuco (UFPE); as federais de Minas Gerais (UFMG) e de Roraima (UFRR) abrem 200 vagas; e a do Paraná (UFPR), 250 vagas. No conjunto, são 5.450 vagas.
A Secadi recomenda aos interessados pelo curso que acessem o portal da universidade mais próxima para verificar o período de inscrições. A Universidade Federal de Santa Catarina, por exemplo, recebe inscrições até 3 de outubro.
Oferta
Nos próximos dois anos, o número de universidades federais com oferta do curso sobe para 30. Elas vão oferecer a especialização de 360 horas e cursos de extensão, com, no mínimo, 60 horas. Os cursos de extensão podem abordar maior variedade de temas, tais como, trabalho infantil, gravidez na adolescência, uso de drogas.
Fonte:

terça-feira, 18 de junho de 2013

Conferência Municipal Da Assistência Social

IX Conferência Municipal de Assistência Social, programada para agosto. que terá como tema central a “Gestão e Financiamento para a Efetivação do SUAS”.

Realizada a cada dois anos, a Conferência Municipal de Assistência Social reunirá todos os setores envolvidos na assistência social e pessoas interessadas nas questões relativas a essa política, como gestores e representantes de órgãos públicos; trabalhadores da assistência social e de outras políticas que fazem interface com a área; representantes de entidades, usuários e representantes de organizações de usuários.
Antes da conferência, programada para o dia 3 de agosto, serão realizadas as pré-conferências por região (Sul, Centro, Leste e Norte) nos meses de junho e julho. Nesses encontros serão aprovadas as propostas para a conferência municipal. 
Nos próximos dias, serão agendados quatro encontros regionais para que os técnicos da Prefeitura possam mobilizar os usuários a participar das pré-conferências e da conferência municipal.

Datas das pré-conferências:

Dia 29/06/2013 – Região Sul – Casa do Idoso Sul – 8h às 12h
Avenida Andrômeda, 2.601 - Bosque dos Eucaliptos

Dia 29/06/2013 – Região Centro – Casa do Idoso Centro – 8h às 12h
Rua Euclides Miragaia, 508 – Centro 

Dia 13/07/2013 – Região Leste – Centro Comunitário da Vila Industrial – 8h às 12h
Praça José Molina, s/nº - Vila Industrial 

Dia 20/07/2013 – Região Norte – EMEF Ana Berling Macedo – 08h às 12h
Rua Alziro Lebrão, 318 – Alto da Ponte

Conferência Municipal de Assistência Social 
Dia 03/08/2013 – Casa do Idoso Centro – 8h às 13h

segunda-feira, 17 de junho de 2013

MS abre seleção de projetos para ações de vigilância e prevenção

Publicada em 13/06/2013 O Ministério da Saúde lançou edital inédito para seleção de projetos de organizações da sociedade civil que visam desenvolver ações comunitárias nas áreas de vigilância, prevenção e controle de doenças. É a primeira vez que o Ministério da Saúde investe recursos em ações com essa abrangência. O objetivo é ampliar o alcance das ações de prevenção e de estímulo ao diagnóstico precoce de Doenças Sexualmente Transmissíveis, HIV/Aids, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue, reduzindo assim o estigma e discriminação em populações vulneráveis.

Em anos anteriores, iniciativas como essa eram financiadas por verbas internacionais. “A iniciativa vai fortalecer o papel dessas organizações nas ações de prevenção e controle de doenças, o que é fundamental para garantir o acesso de populações vulneráveis a essas ações e estimular a participação das comunidades”, avalia o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa

Poderá participar da seleção qualquer entidade privada, sem fins lucrativos. Cada projeto com ações de abrangência municipal será beneficiado com investimentos entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. Projetos que forem de alcance nacional poderão receber R$ 500 mil. O financiamento das atividades terá prazo de um ano, podendo ser prorrogado por mais um.

A instituição interessada em participar do processo seletivo deverá preencher os pré-requisitos para celebração de convênios e fazer a inscrição, na página do Fundo Nacional de Saúde (FNS), seguindo as regras estabelecidas por esse órgão. O cadastro poderá ser feito até o dia 31 de julho de 2013.

Fonte(s): Blog da Saúde

sexta-feira, 7 de junho de 2013

 Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo até o dia 21 de junho. 


quinta-feira, 30 de maio de 2013

A importância do Conselho Tutelar

O Conselho Tutelar deve coibir qualquer ameaça ou violação aos direitos de crianças e adolescentes e fiscalizar o cumprimento dos deveres e obrigações previstos em lei.
É o instrumento nas mãos dos cidadãos para zelar, promover, orientar, encaminhar e tomar providências em situações de vulnerabilidade pessoal e social das crianças e adolescentes, como: abandono, negligência, exploração, violência, crueldade e discriminação.
Sendo o órgão encarregado pela sociedade através do voto, que tem a missão de zelar para que tudo aquilo que esteja assegurado na lei aconteça na prática. Para tanto o Conselho deve provocar uma interação entre família, sociedade e estado.
O Conselho Tutelar recebe reclamações, comunicações de denúncias de várias fontes e pelo o telefone 153. Algumas estão expressas no ECA Lei 8069/90.
Faz-se necessário, para que São José dos Campos tenha Conselhos realmente atuantes, que nas eleições dos conselheiros, escolhamos pessoas que estão comprometidas com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes já há algum tempo.
Temos de evitar a entrada de  pára-quedistas  que apenas usarão  o conselho para fazer carreira e proselitismo político ou religioso, ou que encaram o conselho apenas como fonte de renda.
Procure saber o histórico dos candidatos, caso contrário as vítimas serão as crianças e adolescente de São José dos Campos.
Façamos um bom conselho!